domingo, 5 de junho de 2011

decimo capitulo

-alice?-indagou richard ao telefone
-sim...?
-espero que nao se importe a voltar algum dia ao interrogatorio mas,...nao temos uma boa noticia
-do que se trata?
-sua irmã...
-dio?
a ligação caira
alice tentou ligar novamente mas dava fora de area
ainda estava dentro do predio.
queria achar algo irrelevante
ou alguem....
-mae?!-chamou uma voz as suas costas
alice virou
-o que faz aqui?
-karem?
-nao pode estar aqui mae.
uma bola quicou a perna de alice e ela a aparou
-nao é real-escutou uma voz dentro de uma mente
olhou para tras e ali estava a menina da bola vermelha
-o que é isso meu deus..?-indagou a si mesma
ela ouvira estalos de salto alto
-alice?-chamava um voz conhecida
-nao olhe-dizia uma voz na sua mente
-alice...esta ai...-disse a voz de dio
ela olhou para o celular em uma das maos
-eu nao acredito-sussurrava com as lagrimas caindo-lhe o rosto
-vim te buscar-comentou a voz
ela negou com a cabeça
-por que nao vem comigo?-perguntava dio
-eu nao posso-gritou sem se virar
-por que voce nao pode?-indagou uma voz mais grossa,quase irreconhecivel
alice sentiu um frio lhe tomar conta
causando-lhe dor na espinha
deixando-lhe estatica
o celular dela tocou
-ti?
-alice nos temos um problema...
-eu sei.nao consigo sair do predio estou presa.
-eu nao posso te ajudar.tenho que ir pro hospital.
-como?
-mark...ele esta internado.a s.b.4 esta deixando ele sob custodia do governo.fora achado quase sem vida dentro da sua casa
-mark???falei com phillipe...
-nao era ele...seja o que for,conseguiram te enganar direitinho
-onde esta dio?
-ninguem sabe
alice olhou para tras.havia um homem de parado a fitando
-ele esta aqui...
-quem?
-carl...
-alice,isso esta ficando perigoso demais.
-precisa me ouvir por favor...grave a conversa e entregue na rua quint..va ha uma livraria.o nome do garoto é simon.ele me vendeu os livros.diga que é algo para o pai dele.
-ok.
alice deixou o celular no viva voz e começou a caminha rumo ao homem
-eu sei o que ou quem voce é mas...preciso de respostas
nao houve respostas de nada
-milhares de crianças estao morrendo e ...
-quem escolheu voce como salvadora?-rugiu a coisa na penumbra
-s.b.4
houve uma gargalha
-alice nao consigo ouvir nada-dizia tiago mal sabendo que ela tambem nao o conseguia ouvir
-s.b.4...voce naos sabe o que sao e de onde vieram.nao sabe quem a criou
-talvez nao
-isso tudo é muito vago para voce pobre criança.
-preciso de respostas
alice sentira um solavanco lhe empurrando para o chao
apagara
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-onde ela esta?-indagou richard ao ver tiago chegando no hospital
-eu nao sei
-sabe.-disse o puxando pela gola da blusa-e vai nos acompanhar numa conversinha.-disse o arrastando para fora do predio e o jogando no chao-onde ela esta sr.ti poth?
-nao posso-dizia tiago com a luz do sol contra os olhos
recebera um chute no rosto
seu corpo rola alguns metros e richard o seguia.
-vou perguntar novamente,onde ela esta?
-num predio tudo bem?no antigo hotel divine.ela nao sabe sair de la.
-e se nao for verdade?-disse puxando a arma e mirando para o rosto dele-mato voce
richard puxou o telefone e logo dois homem empaletozados apareceram
-peguem-no.ele irá conosco.caso ache que pode nos enganar ...esta extremamente enganado.
-nao estou mentindo
-espero.ira custar sua vida e a daquele menino
-como é?
-nos sabemos como cura-lo em menos de 48 horas.mas se ela nao estiver aqui...
- o que querem com alice?
-ela o viu...
os homens carregaram tiago ,cada um por um braço e o conduziram ate uma Estrada escura.
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alice abrira os olhos
estava com os pulsos amarrados a uma maca.
estava escuro ainda,mas conseguia deduzir que ainda estava no predio antigo
-oi...-gritou-pode me ajudar?-pediu
-eu acho que nao -disse uma voz em grunido se aproximando dela
-o que esta acontecendo
ela sentiu uma leve dormencia.
uma agulha entrava em seu rosto,a altura da testa
-voce nao vai sentir nada-dizia a voz
-o que esta...
-a s.b.4 esta vindo.-disse a voz-preciso me certificar de que nao vou perde-la de vista.voce tem um sinalizador na mao direita.aperte-o se nao conseguir me entender.seus olhos estao turvos,voce nao irá falar por 3 horas.esta sedada mas consegue me entender.
alice sentia um formigamento e um enjoo ao mesmo tempo
-vao mata-la.vao querer fazer o que fizeram comigo-disse quando as luzes se acenderam
as pupilas de alice dilataram e ela pode o ver
o homem careca...
-nao matei ninguem.
ela apertou o botao
-nao como pensa
apertara de novo
-nao tenho tempo.
ele usava uma especie de mascara para respirar e falar ao mesmo tempo o que dava o tom meio grunido no ambiente
as lagrimas de alice escorreram pelo canto dos olhos
-nao ha nada que nao seja normal aqui.voce é especial pra nos...
ela apertara o botao
-escute,irao remove-la para um hospital e de la a uma clinica.irao deixa-la inconsciente e lhe aplicar uma coisa...um transmutador genetico.fizeram isso para calar minha boca e esquecer meu filho.eu trabalhei pra eles...e garanto,nao matei aquelas crianças.
alice começara a querer se debater
queria falar mas sentia o labios grudados um com o outro
-a vejo em breve...-disse correndo

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